quarta-feira, fevereiro 20, 2008

Bom dia senhor rigor, como está senhor incompetente









Quando António Costa era ministro deste desgoverno PS, criou a lei das finanças locais, que apesar de rejeitada pelos municípios, esta lei deste desgoverno Socialista continua sem ser cumprida, não transferindo o governo para as Autarquias as verbas devidas por lei, uma vez mais demonstrativo de que não se pode confiar naquilo que este governo faz e nas leis que criou, mas não era sobre isto que pretendíamos falar, mas sim sobre António Costa o “autor” da Lei das Finanças Locais, hoje em dia autarca e que viu recusado pelo Tribunal de Contas o empréstimo que pretendia para a Câmara Municipal de Lisboa, mas este empréstimo mereceu duras criticas por parte do Tribunal de Contas por considerar a proposta da Câmara Municipal de Lisboa com medidas algo ocas e que viola a Lei das Finanças Locais, como podemos constatar nesta noticia do Sol.

Se o “pai” da Lei das Finanças Locais não percebe a lei que criou, já imaginam a dificuldade que devem sentir os restantes executivos autárquicos, ainda para mais quando a actual Lei não está ser cumprida pelo governo, o apregoado “rigor” do governo PS, não passa de mentiras, incompetência e muita propaganda, pois como podemos ver nem os que criam a Lei a percebem e têm necessidade de a contrariar para poderem gerir os destinos da autarquia que agora dirigem, mas bem estariam os portugueses se fosse só este caso, assim tem sido nas mais diversas invenções deste governo e nalguns casos com a ajuda do PSD, falo nos pactos para a justiça, na nova lei eleitoral autárquica, ou na lei do financiamento dos partidos, tudo pactos de regime que vieram dificultar ainda mais a vida dos portugueses, mas a isto ainda poderíamos acrescentar as incompetentes leis que têm dificultado a vida aos professores, aos funcionário públicos, aos desempregados, entre outros, é muita incompetência junta, que a deprimente propaganda socialista tenta ocultar e que com ajuda da comunicação social lá vai conseguindo, ainda nesta segunda-feira Ricardo Costa fez um jeitinho a José Sócrates.

Por falar em Costa, voltemos novamente a outro Costa, o António e para recordar o debate deste com os autarcas quando era Ministro do desgoverno socialista e que na altura motivou um post aqui, acredito que hoje o outrora arrogante Ministro tenha a solidariedade dos autarcas que na altura consideravam e bem péssima esta nova Lei das Finanças Locais, pois os problemas que esta criava iriam dificultar e muito a vida das populações, pois cria dificuldades à gestão da autarquia, infelizmente com este chumbo quem fica a perder são os Lisboetas e a Cidade de Lisboa, desta vez não é só por culpa da pesada herança do PSD, é também por culpa da Lei das Finanças Locais da “autoria” do actual Presidente da Câmara Municipal de Lisboa.

1 Comments:

Anonymous Anónimo said...

Um dos candidatos ao Óscar para melhor filme estrangeiro é Katyn, do polaco Andrzej Wajda.
Trata-se de um filme sobre uma das maiores tragédias da história polaca (que, como se sabe, é fértil em momentos terríveis). Katyn, conta a história do massacre de de 22 000 oficiais do exército polaco pelo Exército Vermelho, sob as ordens de Joseph Estaline, 4 000, dos quais foram fuzilados na floresta de Katyn, no início da II Guerra Mundial.
Wajda, filho de um dos oficiais que pereceu nessa floresta, evoca um tema absolutamente tabu nos tempos do comunismo. Tão absolutamente tabu, que o simples facto de ser descendente de um destes oficiais interditava a frequência das Universidades.
O Exército Vermelho entrou na Polónia 17 dias depois das tropas nazis (17 de Setembro). A Polónia, foi então engolida pelo exército alemão, a oeste, e pelo soviético, a leste. Estava então em vigor o pacto germano-soviético. Após a ruptura deste pacto em 1941, os alemães, ao avançarem para leste descobriram e revelaram o crime soviético na floresta de Katyn. No entanto, durante décadas a versão oficial dos factos foi a de que estes oficiais teriam sido mortos pelos alemães. Durante décadas a verdade só podia ser dita à “boca pequena” por receio de represálias.

Os factos relativos a este massacre são conhecidos e inegáveis mas só puderam ser estudados a partir de 1989, quando Gorbachtov permitiu a consulta das ordens de Estaline dirigidas a Beria para que este assassinasse os oficiais capturados (ver documentos ).

Katyn, o filme, representa uma oportunidade de compreender não só a história da Europa, e a destruição das elites perpetrada por Moscovo, mas também as mentiras que a propaganda e a ocultação deliberada da história permitem criar.
Reescrever e "branquear" a História é uma tentação. Melhor que justificar é, ocultar e distorcer. O crime da floresta de Katyn é exemplo extremo, mas que merece reflexão. Tal como merecem reflexão as intenções que estiveram subjacentes ao pacto germano-soviético celebrado em 1939.

6:56 da tarde  

Enviar um comentário

Links to this post:

Criar uma hiperligação

<< Home