quinta-feira, julho 19, 2007

O número de médicos aumentou substancialmente nos últimos 15 anos e Portugal não é excepção”, nós lemos estes relatórios e depois confrontamos com a realidade, num Concelho como o do Seixal os Serviços de Atendimento Permanente (SAP) encerraram por falta de médicos, o que se esta a passar na margem sul e em especial no Concelho do Seixal é puro desrespeito pelos que por cá vivem.

“Os dados indicam que, entre 1990 e 2005, em Portugal as despesas com a saúde quase duplicaram, passando de 5,9 para 10.2% do PIB.
Na OCDE, em média, o crescimento foi bem menor, de 6.9 (em 1990) para 9% do PIB (em 2005). “

“Uma explicação para este fenómeno é a de que o PIB português não tem crescido ao mesmo ritmo do dos outros países, já que os gastos em saúde per capita, no ano de 2005, colocavam Portugal nos últimos lugares da tabela (2033 dólares), bem abaixo da média da OCDE (2759 dólares).”

Trocando por miúdos esta parte do relatório o que ele nos diz é o seguinte: as políticas dos governos PS/PSD têm conduzido o nosso país ao miserabilismo, ou seja, o nosso país gasta menos que os outros com a saúde, só que enquanto os outros países vão ganhando mais (crescimento do PIB), o nosso crescimento económico é praticamente inexistente e esta triste situação, tem levado, a que o governo socialista manipule os números à sua maneira e justifique o encerramento de serviços de saúde com o aumento da despesa, quando o que na realidade acontece é uma estagnação do crescimento, mas não será certamente cortando na saúde que o país se endireita e que sairá da crise, o trágico disto tudo é que este governo de Sócrates diz-se progressista, se há alguém que concorda com o progresso socialista é a banca que tem grandes interesses no sector da saúde, clínicas privadas, maternidades e hospitais privados crescem como cogumelos, junto dos locais onde o governo PS encerrou serviços públicos.

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