Oito meses depois de uma carta ao Primeiro-Ministro

Como é óbvio, não me passa pela cabeça responsabilizar o primeiro-ministro José Sócrates pelo andamento de todas as cartas que recebe mas também ficaria mais reconfortado se tivesse a certeza de que uma carta a expor um problema com contornos tão dramáticos não recebeu uma resposta tipo «chapa cinco» por parte do chefe de gabinete de José Sócrates. E é por isso e para não ficar com a sensação de que, para alguns, tudo se resume a debitar umas palavras de compaixão e preocupação à espera que a «onda» passe, que considero ser indispensável a divulgação pública pelo gabinete do primeiro-ministro de qual foi a tramitação - e respectivos prazos - desta carta para se perceber melhor como se passaram oito meses de indiferença e não se tenha visto o mais pequeno sinal da «devida atenção».
E, desculpem lá qualquer coisinha, mas até estas informações serem prestadas, será com reservas e desconfianças que vou ficar a recordar-me das recentes e muito condoídas palavras de José Sócrates sobre estes tristes casos."
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