quinta-feira, novembro 29, 2007

Siderurgia Nacional – Orçamento de Estado

Sobre a Siderurgia Nacional já aqui falámos por diversas vezes, seja pelos problemas dos trabalhadores que por lá trabalharam, pelos que ainda lá trabalham, pelos problemas ambientais provocados pelas empresas em laboração ou para o passivo ambiental recebido de herança das dezenas de anos de produção da antiga Siderurgia, também já aqui falámos, que finalmente após anos e anos de indiferença por parte de PS e PSD, a CM do Seixal tomou a iniciativa de se fazer algo pela recuperação do espaço da antiga Siderurgia, esperamos que uma vez mais este projecto não se seja escondido numa qualquer gaveta de um qualquer ministério, mas o que nos leva a escrever hoje sobre os terrenos da antiga Siderurgia Nacional, é que a cada dia que passa torna-se mais urgente uma intervenção no local, mas o que aconteceu uma vez mais neste Orçamento de Estado foi a recusa por parte do PS e PSD de incluírem qualquer verba no Orçamento de Estado para a resolução deste grave problema ambiental, apesar do PSD Seixal exigir(fingir) a resolução do problema por cá, na Assembleia da Republica junta-se ao PS e recusam as propostas do PCP para resolver os problemas do passivo ambiental deixados na Aldeia de Paio Pires, infelizmente nada de novo, estiveram juntos na destruição da Siderurgia Nacional e continuam juntos na não resolução do grave passivo ambiental deixado na nossa Aldeia.

3 Comments:

Blogger Samuel Cruz said...

A desfaçatez é muita caro Aldeia!
A Câmara Municipal tomou a iniciativa de resolver o problema da Siderurgia Nacional e o Governo nada faz?
Pura mentira, senão é prepositada está muito mal informado, mas eu explico.
O estudo a que se refere foi feito pela CISED e PAGO integralmente pela SN, empresa pública, detida a 100% pela PARPUBLICA, que é quem gere as participações sociais do estado Português. Ou seja a Câmara aprovou o estudo (PS incluído) mas mais nada fez, pois quem encomendou e pagou o estudo foi a administração da SN. Afirmar que a Câmara se preocupou em resolver este caso, é tão verdade como afirmar que a Câmara se preocupa em ganhar dinheiro de cda vez que aprova uma nova urbanização!
Mas mais, se neste momento o projecto está parado, a responsabilidade é totalmente da Câmara, pois para poder avançar ou o PDM é revisto ou é aprovado um Plano de Pormenor para a área, em qualquer dos casos a bola está do lado da Câmara.
Em relação ao passivo ambiental, foi criada uma empresa,a ECODETRA, também pelo estado central, que exploraria um aterro de resíduos perigosos com origem única e exclusivamente no concelho. O então Ministro do Ambiente José Sócrates emitiu a única licença ambiental, até há pouco válida, para a exploração de um equipamento deste tipo. A licença caducou no ínicio deste ano porque a Câmara NUNCA emitiu as licenças necessárias.
Esta é a verdade.
Repito a pergunta que fiz de manhã no meu Blog, não se sente mal a explorar a falta de informação daqueles que diz defender?
Atentamente,

6:31 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

A iniciativa politica foi da CM do Seixal e o PS como sempre faltando-lhe ideias ou projectos para o Concelho, mostrou como estava à margem deste processo e na Assembleia Municipal houve votos da bancada socialista para todos as vontades, contra, abstenção e a favor, chegando mesmo Vítor Ramalho cabeça de lista à Assembleia Municipal, acusar a CM do Seixal e a Parpublica de ilegalidades no processo, que se veio a provar não terem fundamento como vê, não acusou o governo, mas sim o município, quanto ao aterro de resíduos perigosos que José Sócrates queria colocar no Concelho do Seixal este entraria em funcionamento e não havia garantias do governo de que se procedesse à reconversão dos terrenos da antiga siderurgia, a CM do Seixal fez na minha opinião o que tinha a fazer dava a licença mediante o compromisso da resolução do passivo ambiental do Concelho do Seixal, se não o tivesse feito nesta altura teríamos centenas de camiões carregados de resíduos perigosos a atravessar as estradas do nosso Concelho diariamente para depositar no aterro da ECODETRA de Fernão Ferro e resolução do passivo ambiental nada, como uma vez mais ficou provado neste orçamento de estado com a recusa do PS em incluir verbas para a resolução do passivo ambiental deixado na Aldeia de Paio Pires.

aldeia pp

9:46 da manhã  
Anonymous Anónimo said...

Estes comunistas são uns ordinários não fazem nem deixam fazer são uns merdas

6:41 da tarde  

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